Como me protejo no sexo oral

Oi menina, tudo bem, né?

Conheci seu blog pelo site da Playboy. Entrei e logo adorei.

Adoro escrever sobre sexo também e minha mais nova descoberta está sendo o swing, que virou uma meta minha e do meu namorado. Sexo sempre fez parte de minha vida, mas eu sou bastante neurótica em relação a DSTs. Vejo em alguns posts seus que você conhece o cara e logo faz um boquete. Não sei se deixa de mencionar a parte que ele colocou camisinha ou se realmente vai sem. Você pensa nesse risco ou o tesão toma conta de você, que cai de boca mesmo, sem dó nem piedade?

Bom, esta é minha curiosidade. Continue com o blog. Suas histórias são inspiradoras.

Beijos,

Carol.


 

Olá, Carol.

Olha, confesso: sou boqueteira. A verdade mesmo é que assim que vejo um pau, acabo caindo de boca. Adoro um boquete. Comecei a fazer no namorado, aos 13 anos de idade – sendo que fui perder a virgindade da pussy apenas aos 15. Desde essa época (principalmente nessa época), tenho o fetiche louco de chupar até o cara gozar. Mas é claro que não é com qualquer um que realizo essas coisas. Engolir mesmo, costuma acontecer com o namorado, de quem tenho exames ok. De qualquer forma, nunca uso camisinha na hora de chupar. É péssimo, não funciona direito, acho incômodo.

Tenho uma teoria com relação a sexo oral. Para você realmente se contaminar com uma doença séria na hora do boquete, sua boca precisa de um contato bem íntimo com os fluidos do cara e ainda ter uma ferida aberta. Acho que o risco é baixo. Pode acontecer, claro. Por isso, doso a empolgação, segundo o cara com quem estou. E, digamos, sou exigente com os rapazes com quem transo. Que eu e lembre, já rolou uma meia dúzia de vezes de cumshot no rosto ou no corpo ou até engolir de uns dois rapazes que tinha conhecido no mesmo dia. Sempre bate um arrependimento, mas se chega a esse ponto é porque a coisa tá MUITO BOA mesmo.

No swing, com caras que nunca vi, dificilmente faço alguma coisa. Se o cara for fera, até rola uma punhetinha. Quando acontece de dar para alguém nessas condições, prefiro vê-lo colocando a camisinha. Com os caras que saio, idem. Sexo sempre de camisinha. A não ser que a gente comece a namorar, então espero a relação completar três meses e tomamos as precauções: tiramos todos os exames de DSTs antes de dispensar o preservativo. E combinamos que só faremos sexo desprotegido entre a gente, na base de confiança e respeito.

Na hora do oral, depende muito com quem estou e o clima, para decidir o que vou fazer. Já fiz oral de camisinha algumas vezes, mas não é nada gostoso. Parece inútil. Então, se conheço pouco o cara, tento não me empolgar muito nessa hora, para diminuir os riscos. Continua existindo o risco de pegar uma DST? Óbvio, até com o maridão careta, ele existe.

A Bruna Surfistinha confessou, em seu livro, que se arriscava mesmo. Fazia boquete sem camisinha em todos os seus clientes. Disse que raramente engolia. Considerando os milhares de homens que ela deve ter atendido durante a sua carreira e que conseguiu sair limpinha dessa história (mesmo engolindo às vezes), dá para se ter uma ideia de quão baixa é a chance de se contaminar assim. Curioso que você mesmo se definiu como neurótica. Cada vez mais, percebo que as pessoas sentem um temor exagerado do sexo. Transar não me parece tão assustador quanto alguns gostam de pintar.


De qualquer forma, o melhor é não sair chupando qualquer pau por aí. Bom senso e precaução são fundamentais!

Obrigada pelo email!
beijocas,

50 Comentários. Polemize.

Deixe uma resposta