Do leitor: Casal procura


Do leitor: Casal procura

Sempre tive um papo bem aberto com minha namorada, principalmente quando o assunto é sexo.  Certo dia, começamos a falar e fantasias ainda não realizadas. Logo, para minha total felicidade (e uma certa preocupação), ela propôs um desafio: conseguir uma mulher para satisfazer a vontade que a instigava cada vez mais, um ménage.

Topei na hora. Como o papo já estava pra lá de quente, resolvi questionar sobre o que poderia ou não ser feito quando o tal momento chegasse. Como já era de se esperar, não houve nenhuma restrição.
– Faremos aquilo que der vontade – respondeu a gatinha.

É divertido olhar para aquela gostosona que você sempre quis pegar e comentar sobre ela com a sua namorada. Confesso que, a cada dia, eu ficava mais animado com essa história. Começamos a observar com outros olhos as mulheres. Sempre indagando se ela toparia entrar na brincadeira. É bom ter amigos de mente aberta para falar sobre o assunto. Alguns conhecidos em comum são, inclusive, adeptos do ménage. Foi um casal de amigos que sugeriu que procurássemos na internet. Segundo eles, é um lugar onde as pessoas sentem-se menos tímidas.

Estávamos os dois entediados num domingo, quando resolvemos entrar no chat mais popular do país. Ela entrou com o codinome “Bia”, e logo começou a conversar com mulheres. Sempre deixando claro que procurávamos uma mulher para o casal e não somente para um.
– Escreve aí que a mulher  precisa interagir com os dois, que nem filme pornô. Não queremos só mais uma lésbica afim de um filézinho.
– Filézinho? – questiona minha gata.
– Digo, você é baixinha, ruivinha, pernas grossas – uma delicinha. Um filézinho – rimos juntos enquanto procurávamos garotas que parecessem interessantes.

Ela começou uma conversa no chat com uma mulher de 32 anos. Morena, malhada, cabelos pretos e lisos, dona de uma casa de estética. Parecia extremamente vaidosa. Elas se falaram rapidamente na webcam. Não deu para ter certeza que iria realmente rolar algo. Mas algo chamou a minha atenção. A mulher era sempre discreta, porém bem decidida. Já tinha participado de sexo a três com outros casais. Achei que ela parecia bem experiente no assunto. Foi então que marcamos de nos encontrar num famoso shopping  de São Paulo, naquele mesmo dia. Desligamos o computador e fomos nos arrumar, ansiosos pelo momento do encontro.

Assim que chegamos ao shopping, três horas depois, minha gata estava meio apreensiva. Admito que também senti aquele frio na barriga, por ser um encontro marcado pela net. Na hora marcada, a morena chegou. Alta, corpo bem malhado, um sorriso enorme nos lábios. Ela logo nos reconheceu. Fomos tomar uma cerveja em uma choperia de área aberta. Fazia calor. A conversa rolou espontaneamente, sobre diversas coisas. Por fim, resolvermos que era hora de sair do shopping e procurar um motel.

Chegando ao nosso destino, notei uma pontinha de tensão no ar. Ofereci cigarros e peguei outras cervejas. As meninas aceitaram e sentamos todos à cama. Não demorou muito para que elas se soltassem de vez. Quando dei por mim, estava boquiaberto, admirando a visão da minha namorada sendo acariciada por uma linda morena. Observei aquela cena por alguns minutos. O suficiente para que pudesse reproduzi-la em minha mente com perfeição.

Senti um tesão que poucas vezes tinha experimentado na vida. Era nítido que as duas estavam curtindo uma o carinho da outra. Foi então que cheguei devagar, acariciando aqueles dois lindos corpos. Minha namorada já parecia delirar com o sexo oral que a morena lhe fazia. quando lhe encostei meu pau já duro. Subitamente, ela veio me chupar. Diga-se de passagem, foi um dos melhores boquetes que já recebi. Quanto mais ela lambuzava meu pau, mais a morena se empolgava estimulando a minha garota. Ficamos nessa brincadeira nem faço ideia por quanto tempo. Depois daquele boquete, foi minha vez de entrar em ação e usar a boca na morena. Ela parecia excitada ao ver que minha namorada estava ficando cada vez mais molhada. A ponto de eu ver um líquido escorrer entre as suas pernas. Minha namorada que já gemia alto de tanto prazer. Sem perder a vista do que eu estava fazendo, a vi gozar na boca daquela mulher, liberando uma imensa tensão. Ela molhou a cama e seu corpo ficou tremendo involuntariamente. Parecia imersa em um prazer que tão grande que depois nem soube descrever.


Foi então que minha namorada assumiu o controle e começou a retribuir aquele oral que a fez ter tremeliques. A visão que tive desta cena dispensa quaisquer comentários – a morena deitada, enquanto minha gata empinava seu bumbum de quatro pra mim, com a boca entre as pernas da outra. Senti sua bucetinha molhada de tesão, ao penetrá-la. Ela pedia mais, e mais. Dei alguns tapas e puxões de cabelo, que ela adora, como a grande maioria das mulheres.

Nossa empolgação encheu o quarto com gemidos de prazer. Eu não queria gozar, queria aproveitar mais. Fiz minha namorada ter outro orgasmo com meu pau entrando até o fundo, do jeito que ela sempre pede. Nessa hora, a morena me pediu para colocar a camisinha e também ficou de quatro para mim. Sua bunda volumosa de pele macia merecia levar uns bons tapas. A mulher ficou até mais fogosa depois de levar umas. Ela urrava e rebolava no meu pau de forma impressionante. De quem conhecia muito bem aquele assunto. Não consegui fazê-la gozar novamente e fui surpreendido por uma onda de prazer que mal dava conta de ficar em pé. O suor pingava, os corpos lisos se amassando na cama, aquele cheiro de sexo dentro do quarto.

Foi quando as duas se juntaram para literalmente acabar comigo. Começaram um boquete duplo, como se já tivessem ensaiado aquela cena diversas vezes. Levaram-me ao delírio, ao ponto de não conseguir nem ao menos dizer uma só palavra. Enquanto eu gozava, meu corpo inteiro estremeceu. E, ao final, elas ainda engoliram meu pau inteiro. Nem sei onde fui parar aquele dia.

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