Do leitor: Com incesto é mais gostoso


Do leitor: Com incesto é mais gostoso

Era início de 2010 e essa minha amiga estudava numa cidade histórica de Minas Gerais. Planejamos por alguns meses e finalmente conseguimos conciliar uma data para ir visitá-la. Como garota, no auge dos meus 19 anos, eu estava louca para curtir coisas novas. Um fim de semana longe de casa era tudo o que precisava.

Cheguei numa sexta à noite e Nina já comentou sobre uma balada. Tomei um banho na república dela e saímos em seguida. Fomos a uma dessas festas que se dizem ecléticas. Rolava mesmo de tudo na pequena boate da cidade – do sertanejo ao eletrônico. Pegamos uma cerveja cada uma e logo ela apontou discretamente para dois meninos em um grupo. Não tiramos os olhos deles durante a noite. Mas apenas quando a festa estava acabando, os rapazes criaram coragem para se aproximar. Gostei da atitude, não fosse a confusão que fizeram: o que eu gostei foi para cima da minha amiga e o que ela gostou veio para cima de mim. A gente teve que pedir para trocar.

Sem problemas. Conversei melhor com o rapaz que escolhi e em pouco tempo me rendi a um beijo. Beijo para mim é que nem primeira impressão – se foi ruim, prefiro nem tentar algo mais. Acontece que o dele… Nossa. Foi aquele beijo que treme as pernas de qualquer mulher. Apertou minha cintura, segurou com a mão firme na nuca. Era tudo que eu queria.

Ainda na festa, começou a rolar uma brincadeira entre os primos do meu peguete. Diziam que eu e ele parecíamos fisicamente. O garoto pareceu gostar daquilo e passou a reforçar a ideia que éramos parentes. Falaram que eu lembrava muito a mãe dele quando nova, que a gente parecia irmãos. E realmente tínhamos traços parecidos, mas nem levei isso muito a sério. Achei graça das piadas e continuei a aproveitar o gato.

No fim da noite, voltamos todos a república da Nina. Minha amiga entrou com o seu peguete no quarto dele e eu fiquei com o tal garoto do beijo gostoso no quarto dela. Coloquei um pijama com shortinho de malha e blusa justa. O álcool tinha dominado os meus sentidos, mas lembro de pensar “Não vou transar com um cara que mal conheci”. Deitamos. Ele veio pra cima de mim. Parecia que mil mãos alcançavam todos os lugares do meu corpo. Um hálito quente e uma barba por fazer roçando meu pescoço. Beijos deliciosos. O que me deixava mais doida era aquela leve puxada no cabelo enquanto ele abraçava meu corpo todo. Desisti. Em pouco tempo, deixei meus desejos de castidade de lado e eu resolvi me entregar ao que a noite tinha a me oferecer. O pensamento mudou para: “Se vou dar, que seja direito”.

Relaxei a tensão e passei a retribuir os carinhos, beijar com vontade. Até que rolou uma coisa estranha. Ele começou a me chamar de maninha, irmã – como na brincadeira com os amigos. “Tá gostando irmãzinha?” Ali, no meio das preliminares passou a se referir a mim como sua parente. Aquilo me deu com mais tesão ainda. Ele me dominou totalmente com a forma como me segurava. Tirou meu short e fez um oral intenso e perfeito que não consigo descrever. Gozei em minutos. O rapaz deitou, tirei o pau dele da cueca e quase assustei. Era muito maior do que eu esperava.

Já que era para me entregar, coloquei na boca com gosto e incitei a brincadeira chamando ele de maninho e testando suas preferências. Ele preferiu não gozar e veio para cima. Me comeu perguntando “É pra ir mais rápido maninha?” “Você é minha irmãzinha, você sabe né?” Eu respondia tudo. Não sei quanto tempo ficamos nessa. Quando gozamos, o dia já começava a nascer. Ele pegou no sono, eu não. Botei um vestidinho e fui pra varanda ver o sol raiar. Aproveitei para curtir a sensação de prazer no meu corpo.

Hoje me lembro disso e penso como o tesão nos leva à loucura. Imagina? Chamar um ao outro de irmão, ali, no meio da putaria!? Só de pensar nessa história me bate uma saudade do meu maninho.

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