Do Leitor: Minha primeira vez


Do Leitor: Minha primeira vez

Foi assim: morei em uma rua sem saída por alguns anos e, da mesma forma que aqueles que lá viveram na mesma época, acabei me mudando, tempos depois. Decidimos marcar um reencontro dos amigos da vizinhança. Apenas os mais velhos – oito, no total.

O encontro aconteceu na casa da ”prometida”. Seus pais haviam viajado e ficamos só entre nós. Havia bebida na casa. Muita, mas muita bebida.

A conversa rolou solta. Começamos a beber e, quando pusemos um música para tocar no celular de um dos rapazes, ela se levantou e começou a dançar loucamente. Decidiram ligar o som no computador e o ritmo foi aumentando, na medida em que a bebida começou a fazer efeito na galera. Estavam todos ficando bem loucos. Eu, por algum motivo, não fico bêbado tão fácil. Mas me diverti acompanhando a loucura dos meus amigos.

Até o momento em que a ”prometida” se revelou e veio até mim. Começou uma dança sensual na minha frente. Retorceu-se toda, jogou-se no meu colo. Apenas esperei para ver o que mais ela iria fazer. Em seguida, a garota me empurrou para o quarto dos seus pais e antes de sequer fechar a porta. Deitou-se na cama, sem parar de me olhar. Quando me aproximei, ela se levantou, de joelhos, puxou-me pela camisa e me beijou.

Meu coração disparou mais forte quando ela se reclinou sobre a cama, de pernas abertas, desceu o zíper e tirou sua calça jeans. A visão daquela pequena calcinha rosa sobre a alvura do seu corpo me deixou ereto no ato.

Tentei assimilar aquele momento, puxando em minha memória imagens que um dia vi na internet. Queria fazer igual aos filmes de que conseguia lembrar. Mas, assim que tirei a calcinha, fiquei boquiaberto com a visão da sua buceta. A brancura da sua pele se mesclava perfeitamente com o rosa daqueles lábios, que pareciam sorrir para mim. Não havia um pelo sequer. Fiquei alguns instantes a admirando, até que ela empurrou com a mão minha cabeça para baixo. Meu primeiro contato com aquela pele macia foi surpreendente. A sensação de tocar com a boca aquela textura tão lisa e suculenta me envolveu.

Depois de algumas lambidas e uma chupada mais intensa, seus gemidos já eram tão altos – parecia que ela estava afim de gritar. Então a garota se levantou e tirou a blusa, apressadamente. Seu sutiã preto foi um obstáculo fácil de transpor. Caiu de meus dedos ao mesmo tempo em que um par de seios lindos se apresentou para mim. Não eram grandes, mas deliciosos. Ela flexionou os braços ao redor minha cabeça e a puxou, como em um abraço. Sentir-me bem no meio daqueles dois peitos lindos foi sensacional. Meu corpo se mordia de tesão. Queria beijar um mamilo de cada vez, mas antes me joguei sobre ela e caímos na cama. Em cima dela, passei a língua sobre o esquerdo e, com a mão no direito, comecei a sugar de leve.

Incrível perceber que desejos guardados há tanto tempo enfim se tornavam realidade. Após alguns bons momentos naquela diversão, interrompi porque ela se girou e veio para cima de mim. Deu-me uma bitoquinha e foi descendo. Há muito tempo eu estava duro, então me senti sendo sugado por uma boca deliciosa. Que perfeição de boquete! Fiquei maluco quando começou a chupar as minhas bolas.

A gata estava bêbada, mas não tinha perdido a consciência. Pediu-me a camisinha. Puxei da carteira um pacotinho roxo que guardava desde a terceira série. Foi o que me salvou. Ela tratou do resto. Quando eu já estava encapado, ela se levantou, ficou agachada na cama há poucos centímetros do meu pau.

Sinceramente, pensei que iria broxar. Mas não aconteceu (ainda bem). Meu coração foi a mil quando a vi sentar no meu colo. Ela deu grito e depois outro. Ficou pulando até cansar. Eu estava em outro mundo. Até que a menina se virou de quatro, com o bumbum empinado em minha direção. Ajoelhei-me na cama e coloquei o pau lá dentro. Parecia mágico. Ficamos trocando de posição e só paramos depois de um bom tempo. Ela, por último, tirou a camisinha e jogou no chão. Então colocou meu pau a boca de novo. Foi ainda melhor dessa vez.

Quando acabou, a garota se sentou ao meu lado e aproveitei para lhe dar prazer. Masturbei-a com meus dedos e beijei sua boca, prolongadamente. Depois nos deitamos lado a lado. Dormimos agarrados, com sua pele macia acariando meu corpo.

Fui o primeiro da casa a acordar. A ”prometida” estava na cama, exausta. Saí do quarto e, ao entrar na sala, vi que a noite tinha sido boa para todo mundo. Não tanto quanto pra mim. Uma menina estava nua em cima do sofá. A outra, só com a parte de baixo vestida, dormia em um colchão. Os três caras estavam assim: um deles, totalmente nu, no chão perto do sofá (ainda bem que virado pra baixo); os outros dois, sem camisa apenas, largados ao chão. Fui até a geladeira e encontrei uma garrafa de vodka fechada. Peguei-a e voltei para o quarto.

Quando cheguei, aquela loira linda já estava acordada. Ela me olhou e riu. Sentei ao seu lado e abri a garrafa. Tomamos e ficamos olhando para o teto, com o sorriso estampado no rosto.

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