Do Leitor: Sexo bilíngue


Do Leitor: Sexo bilíngue

Sim, tem muita mulher por aí que diz que detesta filme pornô. Acha nojento, engraçado, não vê propósito em assistir a essas coisas. Tudo mentira, vocês sabem, né? Não posso falar por todas, mas garanto que a maioria adora assistir a uma putaria explícita e se diverte gostoso, sozinha ou acompanhada. Essa que vos escreve, particularmente curte – e muito.

Tenho certa aversão a pornografia nacional. Acho mal feito. Adoro mesmo os vídeos gringos. Toda aquela sacanagem, caras, bocas, gemidos, que eles fazem como ninguém. Eu me senti dentro de um filme pornô estrangeiro, quando transei com um norte americano que não falava português.

Há dois anos, conheci-o no trabalho. Era alto, cabelo escuro, branquinho. Usava a barba por fazer, que acho tão sexy. Tinha a minha idade. Quando começamos a conversar, a química foi instantânea. Mas, como todo o americano, ele era super na dele. Ainda mais por estar em outro território.

Saímos por um mês e nada aconteceu. O rapaz me levava para jantar todas as semanas. Acompanhei-o em festas de seus amigos. Nada. Confesso que cheguei a pensar que ele fosse gay.

Resolvi ser direta. Depois que voltei de Buenos Aires, trouxe um kit de cervejas importadas para ele, como presente de Dia dos Namorados. Naquela mesma semana, saímos uma noite para assistir a um jogo da seleção brasileira. Quando ele foi me deixar em casa, agarrei o moço dentro do carro.

Para minha surpresa, ele pegou pela coxa, colocou-me no seu colo, lambeu meu pescoço e perguntou na hora se eu queria ir a algum lugar. Falei que estava afim do meu quarto. Foi para lá que ele se dirigiu. Eram  3h da manhã. Meu pai estava em casa, dormindo. Entramos na ponta dos pés, subimos as escadas em direção ao meu quarto. Nem sei como consegui trancar a porta.

Ambos ofegantes, tiramos todas as camadas de roupa que usávamos. Era época de inverno rigoroso em Santa Catarina. Ele se deitou na minha cama e ficou me olhando. Subi sobre seu corpo, agachada, percorrendo minhas mãos na superfície da sua pele. Comecei a beijar desde o pescoço e fui descendo, até retirar seu pau de dentro da cueca. O mais lindo que já vi até hoje. Tinha cerca de 18 cm, grosso e cilíndrico. Fitei seus olhos antes de começar a lamber. Enfiei tudo na boca, de uma só vez. Caprichei no boquete. Eu já havia lhe contado como gostava daquilo.

O cara gemia como em um filme pornô. Nunca ouvi tantos “fuck”  em sequência. Em pouco tempo, ele avisou que estava prestes a gozar. Deixei-o, então, derramar todo aquele líquido em minha boca. No momento em que soltei seu pau, percebi que continuava duro. O beijo que ele me deu a seguir, foi tão intenso que me fez sentir uma divindade. Logo em seguida, jogou seu corpo em cima de mim e trouxe sua mão até minha minha buceta. Eu estava encharcada.

Senti dois dedos me penetrarem. A essa altura, eu já não queria saber de mais nada. Pensava apenas em seu pau dentro de mim. Mesmo assim, ele desceu, percorreu sua língua em meu ventre. Brincou com seus dedos um pouco. Quando eu estava , me contorcendo enlouquecidamente, ele pôs a camisinha. Olho no olho, ficamos na posição do papai e mamãe.

A certa altura, passou minhas pernas sobre seus ombros. Estava tão intenso que senti doer de leve lá no fundo. Dessa vez, quem soltou o “fuck”  fui eu. Gemi gostoso. Revirei os olhos. Afundei as unhas no braço dele. Foi quando ele me pediu pra virar de quatro. Puxou meu cabelo com força. Meteu de um jeito que tive que morder o travesseiro, para não gritar.
– Harder? – perguntou o gringo.
– Yeah – foi só o que soube responder.

O cara meteu com tanta vontade. Estapeou minha bunda, de um jeito…
– I’m gonna cum – avisei.

Cheguei ao orgasmo e senti meu corpo todo tremer. Para retribuir, coloquei tudo na boca de novo. Saciei o menino, que saiu da minha casa na ponta dos pés, com um sorriso de orelha a orelha.

No outro dia, na hora do almoço, meu pai perguntou:
– Nossa, o que aconteceu essa madrugada no andar de cima? Parecia que a casa estava vindo abaixo! – cri… cri…

Depois disso, era cada vez mais. Sexo no carro, na rua de trás, boquete no trânsito, mão por todo o canto. Nem parecia o cara reservado de antes. Comia-me como uma puta. Trata-me como uma lady. O americano foi meu namoradinho por uns meses. Depois, acabou voltando para os EUA.

Mas posso dizer que o próximo depois dele deve ter se assustado com o meu vocabulário.

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