Do leitor: Sexo na gringa


Do leitor: Sexo na gringa

Morar fora do país significa adaptar-se a uma nova cultura, outro estilo de vida. É gostoso, mas nada fácil. No começo, a dificuldade de comunicação atrapalha tudo: estudos, procurar trabalho e também na hora de procurar uma companhia para passar a noite. A fase de adaptação, no meu caso, durou exatas duas semanas.

Não, eu ainda não falava bem inglês. Também não tinha trabalho. Mas consegui arrastar uma gringa para o meu apartamento. A primeira estrangeira com quem transei na vida. Era uma suíça de pernas grossas, seios médios e uma bucetinha rosada que me faz babar só de pensar.

Foi numa terça-feira à tarde, sem muitas pretensões. Ela era a pessoa com a qual eu mais conversava na sala, desde que cheguei. Na saída, no meio de um papo sobre diferenças culturais, a garota perguntou:
– Você sabe fazer caipirinha? – contou que bebeu uma vez e se apaixonou.
– Claro! Fazemos muito no Brasil, é fácil. Quando você quiser, posso te ensinar.
– Você pode me ensinar no dia em que me convidar para conhecer seu apartamento – revidou ela, sem pudor algum (parabéns europeias, vocês são foda!)
– Você pode conhecer agora, se quiser – não quis ficar atrás na indireta. Funcionou. Ela aceitou o convite no ato.

Chegando ao apê, mal deu tempo de entrar. Esqueci a desculpa da caipirinha, não consegui segurar. Ao vê-la pisar no meu quarto para guardar a bolsa, segurei seu braço, puxei-a para perto. Demos um beijo molhado, devagar. Aos poucos, o ritmo foi aumentando e o tesão também. Era tanto desejo que não consegui parar de beijá-la sequer pra fechar a porta. Mesmo assim, o fiz, não sei como.

Antes de deitá-la na cama, coloquei as mãos por dentro da sua blusa. Senti os mamilos durinhos. Acariciei seus seios, beijei-a com vontade. Ela veio com a mão no meu pau, quase como um pedido para colocar na boca. Dava para sentir sua calcinha de renda branca roçar nele. Parecia que eu ia explodir. A europeia sentou-se na cama, já sem blusa, só com aquela pequena peça de pano entre as pernas. Abriu minha calça, segurou meu pau. Colocou-o na boca, sem soltar as mãos. Sua boca lisinha quase me fez gozar rápido.

Para não queimar a largada, deitei-a na cama. Era tanto tesão era que nem tive tempo de tirar sua calcinha. Afastei de lado e comecei a lamber aquela bucetinha rosa, sem nenhum pelo, toda molhada. Senti o tesão da garota ouvindo sua respiração ofegante e gemidos altos. Senti ela gozar na minha boca, com meus dois dedos lá dentro. Ela parecia implorar para ser penetrada.

Eu precisava sentir seu calor. Mal coloquei a camisinha, já estava entre as suas pernas. Enfiei devagar. Queria ver até onde seu prazer chegava. Passei seus joelhos sobre meus ombros. Comecei a meter o mais fundo que conseguia. Ela gemia alto. Aquilo me excitava ainda mais. Não aguentei quando a vi de quatro. Forma poucas bombadas até gozar.O tesão permanecia à flor da pele. Nem deu tempo de pensar. Logo, ela voltou a me chupar. Peguei outra camisinha, a coloquei de quatro de novo. Ver aquela bunda branquinha aberta na minha frente me deu uma vontade absurda de comê-la por trás. Tentei, mas a menina não parecia muito à vontade.

Ela veio por cima e teve outro orgasmo. Foi uma das melhores visões da minha vida. Uma loira de olhos azuis, cavalgando gostoso sobre mim, esfregando os seios na minha cara. Ainda ali, ela se virou de costas. Gozei de novo. O tesão parecia não acabar.

Fomos tomar um banho. Depois de alisar seu corpo, a vi apoiar na borda da banheira e apenas afastei sua perna de lado. Lambi bem e a fiz gozar mais uma vez. Em seguida, a europeia fez o mesmo. Veio me chupar até explodir de tesão e então ficou me punhetando e viu meu esperma espirar. Linda a sua expressão de satisfação.

Terminamos o banho, nos arrumamos, voltamos para o quarto. Ela colocou uma camiseta branca e, sem calcinha, ficou deitada de barriga pra baixo. A camiseta cobria metade da bunda dela, e quando ela se mexia, a bucetinha rosada ficava à mostra. Que cena.

Voltei a chupá-la.
– Você não cansa?- perguntou. Sentia meu pau latejar, mas pedi mais uma.

Ela sequer resmungou, só deu uma arrebitada na bunda e abriu um pouco mais as pernas. Ali gozei mais uma vez.

A europeia virou minha fuck friend nos quatro meses que se seguiram.  A gente se encontrava sempre que possível, depois da aula ou aos finais de semana, para outros momentos assim ou rapidinhas eventuais. Ela foi embora e deixou saudades. Acabou voltando pra Suíça sem aprender como se faz uma caipirinha.

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