Entregue-se ao bondage


Entregue-se ao bondage

Aproveite que você chegou fantasiada da festa de Halloween para experimentar rituais um mais pesados durante o sexo. Não precisa se assustar. Bondage é um tipo de fetiche, geralmente relacionado ao sadomasoquismo. Sua principal fonte de prazer consiste em amarrar e imobilizar seu parceiro ou a pessoa envolvida. Penetração nem precisa fazer parte do jogo.

Digo jogo porque você pode encarar assim: como uma brincadeira. Há quem leve o BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo) muito a sério. Existe a liturgia – que se pode seguir à risca, religiosamente. Não há, porém, qualquer impedimento para quem quiser apenas se divertir com as práticas de bondage. Conversar a respeito antes da transa vai ajudar a descobrir o quão longe você pode ir. Sem esquecer os princípios básicos: são, seguro e consciente.

Vendas

A venda nos olhos é uma maneira sutil de privação sensorial, pois não restringe os movimentos. A excitação se eleva, ao se criar uma expectativa. É como deixar o outro à mercê do que você quiser fazer. Paladar, audição, olfato e, principalmente, a sensibilidade tátil devem ser explorados ao máximo.

 

Velas

O toque da cera quente gotejando sobre a pele eriça a pele de imediato. A cor da vela define o quanto ela queima. A vela negra tem a temperatura mais baixa. A vela branca é a que mais provoca marcas de vermelhidão. Quanto mais próximo de zonas erógenas você chegar, mais prazer deve provocar. Experimente ir do da barriga até a ponta dos seios da garota – provavelmente será capaz de lhe arrancar alguns suspiros. Depois que a cera endurece basta esfregar um pouco, que cai da pele.

 

Restrições

Conter certas partes do corpo te dá domínio sobre o outro. Uma forma de dominação fácil que resulta em uma posição bem sexy é amarrar as mãos do seu parceiro à cabeceira da cama. Algemas, grilhões, cordas e até pedaços de pano podem ser utilizados para isso. Alguns aparatos restritivos podem se relacionar à prática de asfixia erótica ou ao fetiche de engasgar. Pulsos amarrados aos tornozelos resultam em total imobilidade e conferem mais controle ao dominador.

 

Shibari

A técnica de amarração japonesa exige um pouco de habilidade com a corda. É possível amarrar a pessoa de cima a baixo, se souber como dar os nós. Cuidado ao comprimir os pulmões, pois a pessoa pode até desmaiar, se ficar muito apertado. Cordas de algodão são macias e têm a vantagem de não irritar a pele. Vá devagar. A cada laço, a tensão se eleva um tanto a mais.

 

Espancamento

Seja empunhando um chicote, uma chibata, um açoite. Há quem use pás ou mesmo a própria mão. A cada pancada, a pele se torna mais sensível e também mais quente. Escolha bem onde vai bater – existem áreas mais espessas e com maior tolerância, como as nádegas. Zonas erógenas como mamilos e genitais possuem mais sensibilidade ao espancamento.

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