Mais que amigas


Mais que amigas

Garotas sensuais e estilosas me fascinam, em especial as mais safadas. Tudo nelas é envolvente. Seu cheiro é suave, seu toque de pele é macio, estimulante, até o gosto é diferente – sua boca é doce.

Nunca namorei uma menina, nem me vejo em um romance com uma – acho que não tenho talento para lésbica. Mesmo assim, sou bissexual assumida desde a adolescência. Morro de tesão em mulheres.

Adquiri o hábito de envolver as amigas nas bagunças que promovo. E, claro, também me deixo ser arrastada por suas segundas intenções, quando chegam com fogo no corpo. Adoramos dançar de corpo colado e pegar uma na outra, sem pudores. Às vezes, ficamos mais entregues e nos beijamos ali mesmo. Em geral, o objetivo é aprontar, principalmente se há algum rapaz em vista. Gostamos de dividir os garanhões da balada. Aliás, nunca foi problema encontrar um cara disposto a encarar o combo, em situações assim.

Foi dessa forma que a sacanagem com uma amiga começou, certa noite de janeiro. Ela havia acabado de chegar de viagem e iria passar a noite em minha casa. Meu namorado já tinha ouvido falar muito a respeito da garota e nossas aprontações. Ficamos na expectativa da sua chegada.

A noite estava linda quando a gata entrou reluzente na sala do meu apartamento. Ofereci batidas de vodka, colocamos música. Quando voltei de copos na mão, os dois já estavam rindo juntos. Não demorei para chegar acariciando seus cabelos compridos e beijar sua boca, diante dele. O sorrisinho perverso nos seus lábios denunciava como ele estava excitado com a cena. Levei-a para o sofá onde o bonito estava sentado e em pouco tempo ficamos pelados ali mesmo, os três alucinados de tesão.

Infelizmente, aquele não era um bom dia para o meu amor. Estressado com o trabalho, ele tinha uma apresentação importante logo cedo e nem conseguiu se concentrar na brincadeira. Pouco depois, sem que pudéssemos terminar o que começamos, ele pediu desculpas e avisou que precisava se despedir. “Cuide bem dela”, advertiu à minha amiga. Deu-nos um delicioso beijo triplo e se foi.

A essa altura, nós duas estávamos em chamas. Levei-a para a cama, a fim de lhe apresentar o Mr. Bunny, meu vibrador rabbit. Porém não antes que eu pudesse explorar todo o seu corpo, tão cheio de curvas. Demorei-me aos beijos nos seus lindos seios rosados, saí à procura do seu Ponto G, caprichei no sexo oral e terminei a noite de quadril colado no dela, rebolando, com o vibrador encaixado entre suas pernas.

O mais surpreendente foi dormir de conchinha com a mesma amiga com quem divido meus dilemas existenciais há tantos anos. Acordamos com olhares de afeto, em meio a beijinhos apaixonados. Ofereci-lhe uma massagem nos pés. Conversamos sobre alguns de nossos fetiches e fantasias mais obscenas.

Ela é louca por pornografia amadora e por isso inventei de lhe mostrar, ainda na cama, alguns dos filmes que gravo sozinha de mim mesma. Foi o suficiente para deixá-la excitada a ponto de se abrir toda para a mim. Quer dizer, a safada veio de novo me dominar com seu jeito de gatinha. Fiz com a minha língua tudo que mais adoro que façam comigo, até assistir aos seus gritinhos de clímax e sentir seu corpo estremecer. Em seguida, sentei sobre o rabbit de frente ao espelho. Ela me agarrou por trás e abocanhou meus seios. Gozei de olho no reflexo daquela cena.

Bastou o corpo se acalmar que as duas levantaram para trocar de roupa e tudo voltou ao normal. Depois de nos emperequitarmos no banheiro, saímos para encontrar nossos amigos, como se nada tivesse acontecido.

 

Veredito: Garotas são especialmente deliciosas e me atraem demais. Mas não provocam em mim o mesmo tesão que a pegada de um homem.

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