O beijo é o começo de tudo


O beijo é o começo de tudo

Vem, me beija. Faça-me arrepiar com um contato carinhoso em minha bochecha. Deixe-me exalar o frescor do seu hálito. Quero experimentar a sensação macia que sua pele labial provoca. Sentir o gosto da sua boca. Cada ósculo é um gesto de afeto. Se feito com vontade, vira um momento de inspiração.

Quer um beijo? Se você é certa forma importante para mim, depositarei ternura a cada momento que eu for te cumprimentar com o estalar dos meus lábios. Farei você se sentir beijado de verdade. Minha boca vai, de fato, entrar em contato com a sua face. Beijo que não encosta na pele se parece com um aperto de mão frouxo – como se fosse alguém que não liga para você, um desconhecido.


A não ser que eu esteja de batom vermelho e não queira deixar a marca borrocada do meu beijo, quando considero alguém, sempre que o encontro ou me despeço, faço questão de deixar minha boca tocar sua bochecha, até fazer um barulho engraçado – parecido com um balão comprimido -, enquanto estala contra a pele da pessoa.

O beijo se aplica ao mais diversos momentos. Encanta admiradores. Acende paixões. Desperta desejos. Mantém o amor aceso.

Kiss at the Hotel De Ville – Robert Doisneau

 

As batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto, durante o beijo de língua. Isso força o coração a bombar um litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar.

29 músculos

12 dos lábios e 17 da língua, movimentam-se durante o beijo.

                                                                          12 quilos

é a pressão sobre os lábios que pode ter um beijo apaixonado.

24 mil beijos

dos maternais aos apaixonados, é, em média, o quanto uma pessoa troca ao longo de sua vida.

250 vírus e bactérias

podem ser repassados durante o beijo – resíduos da saliva do outro permanecem por 3 dias na boca de quem foi beijado.

Fonte: O Guia dos Curiosos – Sexo

 

O beijo na história

Até a segunda metade do século IV a.C., os gregos só permitiam beijos na boca entre pais e filhos, irmãos ou amigos muito próximos. Platão, o filósofo, declarava sentir “gozo ao beijar”.

No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar na casa de alguém, o visitante beijava na boca do anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mesmo o cachorro e o gato.

Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva ao final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa bênção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva devia circular entre os convidados e beijar a boca de todos os homens, que em troca lhe davam algum dinheiro.

O final da Segunda Guerra Mundial foi anunciado em 14 de agosto de 1945. Na comemoração, o beijo entre a enfermeira Edith Shain e o marinheiro Carl Muscarello, dado em plena Times Square, Nova York, foi símbolo da vitória dos aliados na Segunda Guerra. Os dois nem se conheciam. A foto, de Alfred Eisenstaedt, foi publicada na revista Life e depois rodou o mundo. Os dois só foram se reencontrar cinquenta anos depois, nos estúdios da CBS, que resolveu repetir a cena do beijo.

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