Relacionamento a três – isso mesmo, relacionamento e não só sexo


Relacionamento a três – isso mesmo, relacionamento e não só sexo

Oi Lasciva,

Primeiro quero dizer que eu e minha namorada lemos MUITO seu blog. Ambos temos 21 anos, somos bem tarados, conversamos sobre sexo sem frescuras – e fazemos também, claro. Ficamos a primeira vez quando éramos dois adolescentes “boca virgem”. Fomos o primeiro beijo um do outro. Voltamos a nos falar no meio do ano passado. Em outubro, ficamos novamente e começamos a namorar. Assim, meio que do nada.

Tudo ia bem até que, em janeiro, ela me disse que queria ficar com uma menina. Que sentia algo por ela. Eu sabia que ela já tinha ficado com garotas e não via problema nisso. Sentia tesão de imaginá-la com uma mulher. Fiquei “meio assim”, mas depois disse que ela podia ficar. Então elas ficaram. Passou alguns dias e ela me disse estava gostanto mesmo da garota e surgeriu que queria ficar com ela TAMBÉM. Mas eu, como macho alfa e babaca por formação social, disse que não aceitava, pensei em acabar e depois a fiz escolher entre mim e a garota. Ela me escolheu mesmo gostando de verdade da garota também, por as coisas serem mais fáceis comigo, pela aceitação da sociedade e dos próprios pais dela que quando souberam que ela havia ficado com uma garota no passado, deram-lhe o maior esporro (até hoje tem problemas com a mãe por isso).

Mas ela não ficou bem. Consequentemente, passei a me sentir responsável pelo seu sofrimento. Como a amo, não aguentei vê-la mal. Então a disse para tentarmos. Aceitaria dividi-la e deixaria as coisas rolarem. Deixei claro que não faria mais ultimatos, que se em algum momento eu não aguentasse, pularia fora e a deixaria com a garota, mesmo sofrendo com isso.

Depois dessa conversa aberta que tivemos, ela me perguntou se queria conhecer a menina e marcamos um encontro. Eu ainda cheio de medos de ser trocado, de não tê-la por inteiro. Nos encontramos os três e tive uma conversa de mãos geladas e voz trêmula, olhando pro teto enquanto falava pra poder organizar os pensamentos. Expliquei porque aceitei e disse que queria conhecê-la para poder aceitar melhor as coisas e pra não me sentir jogado de escanteio. Deixei claro que queria que tivéssemos um relacionamento a três. Mesmo que sem sexo ou qualquer contato nesse sentido com a outra garota, eu queria pelo menos uma amizade sincera, afinal ambos temos o mesmo obejtivo que é fazer nossa namorada (ainda é estranho usar esse termo) feliz.

Agora, um mês depois do meu surto com medo de ser trocado ou de dividir a mulher que amo, vejo as coisas de uma maneira totalmente diferente. Tenho um carinho enorme pela namorada da minha namorada (isso soou engraçado) e não consigo mais nos ver apenas como um casal. Acho que ela é um elemento essencial pro bem-estar do nosso relacionamento. Sei que elas se amam também. Não vou ser hipócrita. Sei que se ela tivesse se apaixonado por outro cara eu não aceitaria de forma alguma.

É algo novo, então toda a experiência que tínhamos com relacionamentos meio que não vale agora. Vimos um vídeo no que fala sobre poliamor e a coisa é mais ou menos aquela mesmo, embora estejamos engatinhando já que viemos de relacionamentos monogâmicos. O que é mais complicado ainda é que é o primeiro relacionamento da garota (namorada da minha namorada). Temos alguns medos e dúvidas sobre o futuro da relação. O que você acha disso?

Beijos!

Edu.

 

 

Oi Edu,

Muito legal sua história! Interessante que você parece ainda bem perdido e inseguro, mas não formulou nenhuma questão específica. A impressão que deu é que está feliz com o que está vivendo. Imagino que seja mesmo uma situação bem legal. Sempre sonhei com um relacionamento a três, deve ser de fato uma delícia.

Imagina? Você recebe amor em dobro. Tem dois colos onde deitar em momentos de carência – se um não está disponível, ainda tem o outro. Acho que deve rolar uma certa confusão na hora de conciliar as vontades dos três. O importante é não centralizar tudo na sua primeira namorada, como se ela fosse o único elo entre vocês três.

A dúvida que pairou sobre sua narrativa é que você não parece se relacionar direito com a segunda garota. Chama-a até de “namorada de sua namorada”. Ela não é também SUA namorada? Como é o envolvimento de vocês? E o sexo? Pode me dar mais detalhes a respeito?

Beijoca estalada em você e nas suas lindas!!

 

 

Olá!

Então, quando te escrevi, eu ainda não tinha me envolvido com a Mari – na época, referi-me a ela como ‘namorada da minha namorada’ exatamente por isso. Mas, nas últimas semanas, acabei me envolvendo com a ela, também. Estamos engatinhando.

Estou indo devagar, pois ela nunca tinha se relacionado com homens. Todos estamos curtindo muito essa nova fase que, por sinal, foi ideia da Carol. Fomos os três para o motel durante a semana santa (irônico, né? rs) e ficamos nos agarrando na cama. As coisas esquentaram e Carol começou a masturbá-la. Obviamente, não me aguentei e fui estimular a Carol também que, por sua vez, começou a me punhetar…

Quando o tesão já estava incontrolável, fiz um oral na Carol. Ela ficou meio sem ação, mas entrou na brincadeira quando a Mari veio lamber seus peitos. Assim, a fizemos gozar. Depois, Carol foi tomar banho e Mari ficou de pegação comigo, na cama.

Aos poucos, estamos evoluindo. Eu era meio quadradão em relação a isso, mas agora estou aproveitando!

Beijos,

Edu.

 

 

Não sei no que essa história vai dar, mas parece que está valendo a pena. O vídeo que o rapaz cita é esse abaixo:

 

 

E você? Toparia uma relação a três?

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