Sobre a autora


Nasci numa noite de lua cheia de 1984. Sempre fico sabendo de um monte de coisas legais que aconteceram neste ano: Madonna lançou “Like a Virgin”, que a fez explodir de sucesso cantando sobre algum cara bem dotado; a Apple anunciou no mercado o primeiro Mac, com uma propaganda bombástica, em alusão a George Orwell; começou no Brasil o movimento Diretas Já, que mudaria, então o contexto político do país.

Minha vida seguiu nesses moldes, um monte de coisas acontecendo o tempo todo. INTENSA. Pessoas que chegam e vão, deixando marcas de importantes referências para minha história. Baderna sem fim, estudo à vera, trabalho e mais trabalho, vida social agitada, muito rock’n roll. Adoro cuidar do meu corpo, me exercitar, meditar, tratar de pele, cabelo, maquiagem, unhas – tudo que uma mulher tem direito. Falta tempo para todas as coisas que quero fazer, mas sempre arranjo algumas horas para badalar com os amigos e me perder em noites de luxúria sem fim.

Levo a vida sexual assim, na mesma intensidade. Talvez até um pouco precoce. Aos cinco anos eu corria atrás do meu “namoradinho” na creche para dar beijocas na sua boca. Aos nove, descobri como chegar ao orgasmo e passei a me esfregar em tudo o que via pela frente, até nas minhas amigas. Um montão de vezes, tranquei no quarto o irmão de uma delas, bem mais novo que eu, para subir em cima dele e ali rebolar até gozar. Já nessa época, comecei a ter umas fantasias bem hardcore, do tipo ser estuprada no style “Bonitinha Mas Ordinária”, do Nelson Rodrigues.

Aos doze anos, dei meu primeiro beijo de língua e, desde então, me pego com geral. Sempre deixei os garotos se divertirem com o meu corpo, isso me diverte. Adoro sexo. Também gosto muito de falar das minhas experiências sexuais. Tenho um monte delas para contar. As histórias que conto são 100% reais. Não aumento. Acho que não precisa, a realidade já é divertida o suficiente.

Coleciono minhas histórias sexuais. Algumas delas já contei centenas de vezes, nas mais diversas situações. É uma diversão narrar meus relacionamentos mais animados às amigas, na mesa de bar, ou até para os colegas de trabalho no cafezinho do escritório, para descontrair. Então resolvi escrevê-las e partilhar com quem quiser conhecer a bagunça boa que é a minha vida. Não sou atriz pornô, prostituta, ou coisa parecida – só uma garota safada. Tenho centenas de casos curiosos para contar, e sempre aparece uma novidade pela frente. Adoro narrar histórias da minha vida, mas não tanto quanto curto vivê-las.

Conto tudo, sem pudores. Ora, se não tenho pudor de fazer o que faço, qual o problema de falar? Aqui eu troco os nomes dos “personagens”, por motivos óbvios. Também sou tratada como uma consultora de relacionamentos e sexualidade. É interessante me abrir assim e conhecer os dilemas de cada um. Compartilhar histórias me traz, cada dia, mais inspiração. Produzo conteúdo sobre erotismo, comportamento, música, eventos e estilo pessoal.

Quero saber sua opinião. Escreva, comente, interaja, xingue! Só não esqueça de que ofender os outros revela soberba – um sintoma de frustração e recalque.